As más águas estão indo para o esgoto. A quantidade restante não é suficiente para me afogar,
logo aguento até domingo ou quando toda a água suja for escoada.
Estive hibernando na mais alta montanha, a fim de preservar a'lma.
Não foi possível evitar a contaminação orgânica, porisso estive afastado do mundo virtual,
para não contaminar os PoetAmigos. Nesta época de hibernação não produzi nada.
A poesia se recusou ser escrita por Marcello ShytaraLira, pois sabia que dele só sairia versos sujos.
Estou descendo a montanha cheio de promessas à pagar:
A) PoetAmigos aguardando a minha homenagem,
B) Obras imortais de PoetAmigos corajosos para serem divulgadas em meu blog.
Aqui estou "ferrado", pois todos são tão bons que eu não sei por quem começar.
Acho que vou começar na ordem inversa___já que Marcello ShytaraLira é inverso e não em verso.
Começarei pela última obra que recebi e que curti demais ler na cabeceira de minha cama.
Portanto, PoetAmigos estou voltandooooooooooooo.
Marcello ShytaraLira
Oh, Morte que da morte sai a morte inversa!
Oh, Morte que da morte sai a morte inversa!
Morte de outonos feridos, mesma morte
Das procuras sempiternas: sempre morte viva
Oh, Morte que da morte sai a morte inversa!
Morte dos passos descompassados do sem vida
De tantos passados perdidos, quando vida
Evoluiu no âmago a morte subjetiva...
Oh, Morte que da morte sai a morte inversa!
Ânsia sequiosa da partida...
Dos passos de tantos passados __do sem vida
Oh, Morte que da morte sai a morte inversa!
Morte não é morte para quem da morte
Constrói a morte da vida
Oh, Morte que da morte sai a morte inversa!
Marcello ShytaraLira